
Um levantamento estatístico elaborado pelo Instituto Gerp, vindo a público nesta terça-feira (9), aponta que o parlamentar Flávio Bolsonaro (PL-RJ), postulante ao Planalto, superaria o mandatário Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma hipotética etapa de 2º turno nas eleições. O congressista fluminense alcançaria 44,7% das intenções de voto, frente a 39,1% obtidos pelo representante petista. Entre os participantes, 13,1% manifestaram a intenção de anular ou votar em branco, enquanto 3,2% não opinaram.
Em contrapartida, nas simulações que envolvem o antigo chefe do Executivo mineiro, Romeu Zema (Novo), o atual chefe de Estado ganharia o embate direto por 39,2% a 34,5%. Lula também levaria a melhor contra o ex-gestor goiano Ronaldo Caiado (PSD), registrando um placar de 38,9% contra 33,8%.
No quesito aversão do eleitorado, em um formato de escolha exclusiva sobre qual nome jamais receberia o voto, o atual ocupante da cadeira presidencial lidera o índice de repúdio com 48%, seguido de perto pelo filho do ex-presidente, que amarga 42%. Cabo Daciolo (Mobiliza), Zema e Caiado pontuam com 1% cada nessa métrica.
Na sondagem direcionada para a primeira fase da votação, onde os nomes são apresentados aos participantes, constata-se uma igualdade matemática na liderança. O congressista do PL crava 35% da preferência, colado no líder petista, que soma 34%.
O panorama completo dos concorrentes apresenta-se assim:
Renan Santos (Missão): 4%
Romeu Zema (Novo): 2%
Ronaldo Caiado (PSD): 2%
Joaquim Barbosa (DC): 2%
Augusto Cury (Avante): 1%
Os cidadãos indecisos correspondem a 12%, ao passo que 7% rejeitam todas as alternativas postas.
Fidelidade do Voto: Indagados sobre a solidez de seu posicionamento, 77% dos colaboradores garantiram que a decisão atual é definitiva. Outros 20% admitiram a possibilidade de alterar o voto até o dia da eleição, e 3% não souberam avaliar.
O diagnóstico quantitativo promovido pelo Instituto Gerp colheu os depoimentos de 2.000 cidadãos aptos a votar (a partir de 16 anos) no intervalo de 2 a 5 de junho de 2026.
A pesquisa carrega uma variação máxima tolerável de 2,24 pontos percentuais, operando com um patamar de fidedignidade de 95,55%. O relatório encontra-se devidamente chancelado perante a Justiça Eleitoral sob a identificação oficial Nº BR-01792/2026.