
Badarik González, antigo companheiro de Mariana Maffeis, herdeira da apresentadora Ana Maria Braga, recorreu às redes sociais para pedir um lugar no elenco do reality rural, A Fazenda, veiculado pela Record. Cercado por acusações que englobam furto, coação e violência física durante um festival de música eletrônica, o instrutor de yoga reiterou que vem enfrentando barreiras para recolocação profissional.
Através de uma postagem na internet, ele declarou estar pronto para o desafio do confinamento: “TV RECORD, AQUI TEM UM PEÃOZINHO… mas sem prego, sem martelo e sem emprego! Já estou desempregado… Então, se a ideia é encontrar alguém disposto a encarar A Fazenda, eu já estou dando o recado!”, pontuou. Na sequência, prosseguiu: “Agora me digam uma coisa: RECORD, ATÉ QUANDO VÃO DEIXAR O PÚBLICO E OS PARTICIPANTES NESSA EXPECTATIVA? Porque oportunidade não aparece todo dia… e eu estou aqui!”.
Dias antes, o profissional já havia utilizado o espaço virtual para lamentar o preconceito decorrente dos escândalos recentes. “Consegui um trabalho, mas, como muitas vezes acontece em uma sociedade que julga pelas aparências e tira conclusões sem perguntar diretamente ou investigar, as coisas acabaram se complicando”, ponderou, acrescentando que a clientela diminuiu até resultar em sua dispensa pelos proprietários. Na ocasião, argumentou a inexistência de subsídios materiais contra sua conduta: “Desculpa novamente pelo desabafo. Mas respondo justamente àqueles que enxergam apenas aparências, BOs ou medidas, sem investigação, sem ouvir os envolvidos e sem provas claras”.
Posicionamento jurídico
Os advogados constituídos por Badarik emitiram um comunicado oficial para esclarecer o status das denúncias que recaem sobre o ex-genro da comunicadora. De acordo com o documento, os delitos imputados permanecem sob apuração policial.
“Diante da intensa repercussão pública do caso, é necessário reafirmar uma garantia elementar do Estado Democrático de Direito: investigação não é condenação. Até o presente momento, não houve oferecimento de denúncia. Ainda assim, a exposição pública já vem produzindo consequências concretas na vida pessoal e profissional do investigado”, ressaltou a nota.