Família de empresário assassinado por Elize Matsunaga é feita refém em mansão; três suspeitos morrem

Assalto aconteceu no Alto de Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo; seis pessoas foram rendidas, incluindo a filha de Marcos e Elize, mas todas foram libertadas sem ferimentos

15/10/2026 às 13h14
Por: Mateus Pereira Fonte: NaTelinha
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Foto: redes sociais
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Familiares de Marcos Matsunaga, empresário assassinado pela esposa, Elize Matsunaga, em 2012, foram feitos reféns durante um assalto a uma mansão no Alto de Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo. A invasão aconteceu na quarta-feira (14) e terminou com três suspeitos mortos em confronto com a Polícia Militar. As informações foram divulgadas pelo NaTelinha nesta quinta-feira (15).

Segundo informações da PM citadas pelo portal, seis pessoas foram rendidas pelos assaltantes, incluindo a filha de Marcos e Elize. O imóvel pertence a Mitsuo Matsunaga, pai do empresário assassinado. Equipes da Rota, unidade de elite da Polícia Militar paulista, foram acionadas para atender à ocorrência e encontraram as vítimas mantidas em diferentes cômodos da residência.

Durante a ação policial, houve troca de tiros. Três suspeitos foram baleados e morreram, enquanto um quarto foi preso sem ferimentos. Outros envolvidos conseguiram fugir. Um policial militar também foi atingido no ombro e encaminhado ao Hospital das Clínicas. Segundo as informações divulgadas, ele permanecia sob cuidados médicos, mas não corria risco de morrer.

Os seis reféns foram libertados sem ferimentos. A Polícia Militar não divulgou oficialmente a identidade de todas as pessoas que estavam na residência, e a atuação dos policiais durante o confronto será investigada por meio de um Inquérito Policial Militar.

A mansão já havia sido alvo de criminosos anteriormente. Em agosto de 2023, assaltantes invadiram o imóvel e levaram cerca de R$ 20 mil em dinheiro, joias, celulares e duas pistolas registradas em nome de Mitsuo Matsunaga.

A família ganhou notoriedade nacional após o assassinato de Marcos Kitano Matsunaga, então diretor-executivo da fabricante de alimentos Yoki, em maio de 2012. Elize foi condenada em 2016 pelo crime e deixou a prisão em maio de 2022, após receber liberdade condicional. O novo caso, entretanto, é uma ocorrência distinta e envolve a investigação do assalto ocorrido na mansão da família.

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