
Franciny Ehlke respondeu às críticas recebidas após afirmar que não gosta que outras pessoas toquem em sua barriga durante a gravidez. A influenciadora, que espera sua primeira filha, Zara, explicou que o comentário foi feito enquanto se preparava para o Baile da Sephora, na última sexta-feira (16), e que não teve a intenção de ofender o maquiador Edu.
Durante a preparação para o evento, Franciny conversou com o profissional sobre a possibilidade de aplicar iluminador no corpo. Ao comentar a ideia de passar o produto na barriga, ela revelou que não se sente confortável com esse tipo de contato físico.
“Edu nunca encostou na minha barriga, gente. O pior é que eu não gosto que qualquer um encoste na minha barriga mesmo”, afirmou no vídeo que circulou nas redes sociais.
Depois da repercussão, a influenciadora explicou que a intenção era falar sobre os limites pessoais durante a gestação, e não criticar o profissional que estava trabalhando com ela. Segundo Franciny, as mudanças físicas e emocionais da gravidez podem deixar algumas mulheres mais sensíveis ao toque.
"Para vocês entenderem o lado de uma grávida, porque talvez muita gente não conviveu já com uma grávida ou não esteve grávida", afirmou. Em seguida, relembrou a situação que motivou o comentário: "Ontem eu estava me arrumando para o baile e eu queria iluminador no meu corpo todo. Grávidas normalmente ficam desconfortáveis com pessoas tocando na barriga. E realmente, gente, a gente está muito sensível".
A influenciadora também defendeu que a gravidez não deve ser interpretada como uma autorização automática para tocar o corpo de outra pessoa. Para ela, o contato precisa respeitar a vontade da gestante, independentemente da proximidade ou da intimidade entre as pessoas.
"É muita falta de respeito quando você vai numa grávida e toca na barriga dela sem permissão. Isso não existe", declarou.
A declaração abriu uma discussão nas redes sobre privacidade, consentimento e os limites que devem ser respeitados durante a gestação. Franciny reforçou que cada mulher pode lidar de maneira diferente com o próprio corpo e que essa preferência precisa ser respeitada.