Antes do goleiro Bruno, Eliza Samudio viveu romance com Cristiano Ronaldo; veja detalhes com fotos raras no portal

Modelo afirmou em 2009 que conheceu o jogador por amigos em comum e descreveu o encontro como “só nos beijinhos”

11/12/2025 às 11h00 Atualizada em 11/12/2025 às 11h41
Por: Natália Raquel
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Foto: Reprodução/ Redes Sociais
Foto: Reprodução/ Redes Sociais

Eliza Samudio, desaparecida e morta em 2010 no caso que envolveu o ex-goleiro Bruno, já havia tido um breve relacionamento com Cristiano Ronaldo. A informação foi revelada pela própria modelo em entrevista ao jornal Extra, publicada em 2009, quando o atacante ainda atuava no Manchester United.

 

Na época, Eliza contou que o porte físico dos jogadores chamava sua atenção e afirmou ter se surpreendido com a postura do astro português. Para ela, Cristiano Ronaldo era “humilde, simpático e educado”, diferente da imagem de arrogância atribuída ao atleta por parte do público. O encontro, segundo a modelo, foi rápido. “Foi só nos beijinhos”, disse.

Mesmo após o episódio, os dois continuaram a conversar pela internet, em aplicativos como MSN, bastante usados naquele período. O contato era esporádico e se manteve por algum tempo, segundo o relato.

 

 

 

Eliza também comentou o termo “Maria Chuteira”, usado para definir mulheres que se aproximam de jogadores. Ela aceitava a expressão apenas quando a iniciativa partia das próprias mulheres. Para a modelo, o rótulo não se aplicava quando eram os atletas que buscavam o contato.

 

 

A aproximação entre Eliza e Cristiano Ronaldo ocorreu por meio de amigos em comum e fazia parte do ambiente social que ela frequentava antes de conhecer Bruno. A modelo relatou ter circulado entre atletas e músicos desde a juventude, quando jogava futebol de salão no Paraná. Já adulta, trabalhou em eventos esportivos e se tornou conhecida entre jogadores.

 

Meses depois da entrevista, Eliza desapareceu e se tornou vítima de um dos crimes mais emblemáticos do noticiário policial recente. O caso provocou grande comoção e permanece como referência trágica na crônica policial brasileira.

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