Malafaia critica USP e Globo por cobertura de ato liderado por Nikolas: ‘Vocês não têm vergonha na cara não?’

Pastor Silas Malafaia sobe o tom contra instituições e emissora, alegando distorção de fatos em evento político.

26/01/2026 às 14h34 Atualizada em 26/01/2026 às 17h50
Por: Redação
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Silas Malafaia | Foto: Divulgação
Silas Malafaia | Foto: Divulgação

O pastor Silas Malafaia utilizou suas redes sociais para disparar duras críticas contra a Rede Globo e a Universidade de São Paulo (USP), após a repercussão de uma manifestação encabeçada pelo deputado federal Nikolas Ferreira.

]Segundo o líder religioso, as análises publicadas sobre a adesão e o teor do evento não condizem com a realidade das ruas, configurando uma tentativa deliberada de "denegrir" o movimento conservador.

"Eu fico bobo de ver a Globo e a USP,  a USP é de esquerdopatas, já não me causa nenhuma estranheza dizerem que tinha 18 mil pessoas nessa manifestação. Vocês não têm vergonha na cara não? Quando a Globo patrocina um evento aqui na praia de Copacabana, 1 milhão, 2 milhões, 3 milhões de pessoas, e não passa de 200 mil. Dizer na cara lavada que tinha 18 mil pessoas, vocês estão de brincadeira. Mas está aí: o povo se manifestou" afirmou.

O cerne da contestação de Malafaia reside nos dados de público e na narrativa utilizada pelos veículos de comunicação. O pastor argumenta que o Monitor do Debate Político no Meio Digital, da USP, subestima sistematicamente o número de participantes em atos da direita. Para ele, o uso de metodologias científicas por parte da universidade serve apenas como uma "roupagem técnica" para validar o que ele classifica como perseguição ideológica.

"A indignação do povo com essa roubalheira e ver ministros como Dias Toffoli e Alexandre de Moraes envolvidos nessa lama. Que moral esses caras têm para estar julgando alguém? Tem que ser imediatamente afastados pelo bem da democracia brasileira, pelo bem da nossa nação" delcarou.

Em relação à Rede Globo, Malafaia acusou a emissora de focar em pontos isolados para deslegitimar a força política do parlamentar mineiro. O religioso defende que há uma coordenação entre o meio acadêmico e a imprensa tradicional para isolar lideranças cristãs e conservadoras, ignorando o apelo popular demonstrado durante a mobilização.

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