Flávio Bolsonaro anuncia ação no TSE contra “crimes do PT na Sapucaí” após desfile em homenagem ao presidente

O senador Flávio Bolsonaro confirmou que protocolará uma ação no Tribunal Superior Eleitoral para apurar o que classificou como crimes cometidos na Sapucaí com o uso de dinheiro público. Segundo o parlamentar, o desfile da Acadêmicos de Niterói promoveu ataques pessoais ao ex-presidente e ao conceito de família, que ele definiu como o maior projeto de Deus na Terra.

16/02/2026 às 13h05 Atualizada em 16/02/2026 às 13h30
Por: Redação
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O senador e pré-candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro. Foto: Andressa Anholete/Agência Senado
O senador e pré-candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro. Foto: Andressa Anholete/Agência Senado

O senador Flávio Bolsonaro anunciou que protocolará uma ação no Tribunal Superior Eleitoral em resposta ao desfile da Acadêmicos de Niterói na Marquês de Sapucaí. O parlamentar critica a homenagem prestada ao presidente Lula e afirma que a apresentação utilizou verbas públicas para realizar ataques pessoais ao ex-presidente Jair Bolsonaro e à instituição da família. Flávio, que se coloca como pré-candidato à presidência com o apoio de seu pai, classificou a exibição como um crime eleitoral financiado pelo Estado.

Em seu perfil do X, o senador confirmou ação será protocolada no TSE, veja o post!

A polêmica se intensificou devido ao uso de sátiras direcionadas a Jair Bolsonaro, incluindo uma alegoria que representava um palhaço aprisionado em alusão às investigações sobre uma tentativa de golpe. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro reagiu publicamente ao desfile, reforçando que o registro histórico de prisão por corrupção pertence a Lula, e não ao seu marido.  A escola de samba recebeu cerca de 1 milhão de reais por meio de um convênio entre a Embratur e a Liesa voltado ao fomento do turismo. 

Apesar de a ministra Cármen Lúcia ter permitido a realização do desfile, ela deixou claro que a decisão não impedia investigações futuras sobre possíveis abusos cometidos na avenida. Por precaução jurídica, o Palácio do Planalto orientou que ministros e a primeira-dama Janja não participassem diretamente do desfile.

O presidente Lula assistiu à apresentação de um camarote ao lado do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, enquanto seus aliados evitaram o asfalto para não comprometer a legalidade do pleito de 2026.

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