Shopping contesta ação de Rayane Figliuzzi sobre assalto e a acusa de agir de má-fé; entenda o caso

Empresa afirma que itens roubados estariam em nome de Belo e alega inconsistências no relato da influenciadora

20/02/2026 às 09h34
Por: Mateus Pereira Fonte: Metrópoles
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Foto: redes sociais
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Uma disputa judicial entre o Shopping Nova América, na Zona Norte do Rio de Janeiro, e Rayane Figliuzzi ganhou novos desdobramentos, segundo informações divulgadas pela jornalista Fábia Oliveira, do Metrópoles. Em contestação apresentada à Justiça, o condomínio responsável pelo empreendimento questionou a legitimidade da influenciadora para mover a ação e colocou em dúvida pontos de sua narrativa.

Entenda o caso

Em outubro de 2025, Rayane, namorada do cantor Belo, acionou o shopping após ter sido assaltada no estacionamento do local. O crime ocorreu em janeiro do mesmo ano, quando ela foi abordada por dois homens armados, que levaram sua BMW e pertences que estavam dentro do veículo.

O carro foi posteriormente recuperado com danos e sem os objetos. Na ação, Rayane pede indenização por danos morais e materiais que somam cerca de R$ 70 mil.

Contestação

Em janeiro deste ano, o Condomínio Nova América apresentou defesa. A empresa argumenta que a influenciadora não teria legitimidade para parte do pedido, já que muitos dos itens supostamente roubados estariam registrados em nome de Belo, e não no dela.

 
 
 
 
 
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O shopping também questiona a veracidade do relato e afirma não considerar plausível que a autora mantivesse no interior do veículo todos os itens de luxo listados. Segundo os autos, Rayane informou que 96 objetos teriam sido levados, totalizando cerca de R$ 105 mil. Entre eles estariam dois notebooks, um tablet, um iPhone, dinheiro, documentos e até 100 gramas de megahair brasileiro.

A defesa sustenta ainda que houve imprudência por parte da influenciadora, ao manter bens de alto valor dentro do automóvel, e que não pode ser responsabilizada por uma situação que teria sido agravada pela própria conduta da autora.

O condomínio classifica a versão apresentada como inconsistente e afirma que, caso haja condenação, o valor devido não deveria ultrapassar aproximadamente R$ 14 mil - montante referente apenas aos itens cujas notas fiscais estariam em nome de Rayane Figliuzzi. O processo segue em tramitação.

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