
A web foi palco de mais um embate envolvendo a família de Virginia Fonseca, desta vez protagonizado pela sua mãe, Margareth Serrão. A matriarca tornou-se alvo de duras críticas e acusações de intolerância religiosa após rebater rumores de que a filha buscaria auxílio espiritual em terreiros ou consultas com lideranças de religiões de matriz africana depois de cruzar a Sapucaí pela Grande Rio.
Margareth utilizou suas redes para desmentir os boatos de forma incisiva, reiterando a devoção católica da família:
"Mentira absurda, Virgínia nunca se manifestou interesse em consultar nada disso que estão falando. O interesse dela é somente em DEUS, JESUS, NOSSA SENHORA MARIA e foram a Eles a nossa oração. Somente neles ela tem sua fé blindada", pontuou, resgatando o episódio em que a influenciadora organizou um clamor religioso com sua equipe, incluindo a mãe de Vini Jr., antes do desfile.
Serrão ainda demonstrou exaustão com as especulações sobre a vida pessoal da filha:
"Não julgo ninguém, cada um tem sua religião e respeito a todas, mas o que não suporto são mentiras inventadas, sujas, que fazem querer que seja verdade. Não suporto mais tantas mentiras sobre ela, chega a ser vergonhoso para essas pessoas".
O posicionamento, no entanto, gerou um efeito reverso. Internautas apontaram uma contradição entre a participação da influenciadora em uma escola de samba — instituição historicamente ligada à ancestralidade africana — e a fala de sua mãe, interpretada por muitos como preconceituosa.
"Achou lindo a filha dançar música pra Nanã e Xangô, agora acha ruim procurar mãe de santo, vá lá!", disparou uma seguidora. "Minha senhora, a senhora ouviu a música samba-enredo? Que permitiu que sua filha desfilasse? O carnaval, ao menos as escolas de samba, estão com as matrizes africanas e sua religião. Respeitar é o mínimo!", comentou outro perfil.
"Se mostrou totalmente intolerante religiosa com esse comentário. Carnaval é lugar de macumba, meu amor", opinou um terceiro internauta, enquanto outro completou: "Deixou bem claro o que acha da religião que é base para o Carnaval. Acho bem pouco para a escola!".