
A cidade de São Paulo alcançou um patamar histórico na segurança pública nesta segunda-feira (13). O programa Smart Sampa, principal aposta tecnológica da gestão do prefeito Ricardo Nunes, superou a marca de 3 mil criminosos foragidos capturados desde o início de sua operação, em julho de 2024. O sistema, que utiliza inteligência artificial para monitoramento em tempo real, consolida-se como a maior rede de videomonitoramento da América Latina.
Ao todo, o impacto da "muralha digital" paulistana já resultou em mais de 7,4 mil prisões, somando capturas de procurados e flagrantes. A eficiência do projeto na administração Nunes reflete-se na periculosidade dos indivíduos retirados de circulação: a rede de 50 mil câmeras identificou desde homicidas e agressores sexuais até integrantes de facções criminosas e membros da máfia internacional chinesa. A prisão que simbolizou o marco de 3 mil detidos ocorreu hoje, na Zona Sul, onde um condenado por tráfico foi localizado por reconhecimento facial dentro de uma unidade de saúde.
Os números de 2026 demonstram uma aceleração impressionante na entrega de resultados. Somente nos primeiros meses deste ano, a tecnologia auxiliou na detenção de 418 fugitivos, mantendo uma média superior a três prisões diárias. Para a prefeitura, o grande diferencial é a segurança das operações, já que o uso da inteligência permite abordagens precisas e estratégicas, ocorrendo sem a necessidade de confrontos ou disparos de arma de fogo nas vias públicas.
Além do combate direto ao crime, o Smart Sampa na gestão atual também cumpre uma função social relevante. Através do monitoramento inteligente, a cidade já conseguiu localizar 202 pessoas desaparecidas, devolvendo-as às suas famílias. Com 89% de aprovação popular, o sistema segue em expansão, integrando câmeras públicas e privadas para garantir que a capital paulista seja monitorada 24 horas por dia com foco em prevenção e justiça.