Simone Tebet revela se há chances de ser vice de Haddad pelo Governo de SP

A movimentação indica que, embora Tebet resista ao convite, o PT a enxerga como o “trunfo ideal” para atrair o eleitorado moderado em São Paulo

20/04/2026 às 14h05 Atualizada em 20/04/2026 às 14h05
Por: Marcela Mattiolli Colaboração para Felipeh Campos
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Fernando Haddad e Simone Tebet - Reprodução: Diogo Zacarias/Ministerio da Fazenda
Fernando Haddad e Simone Tebet - Reprodução: Diogo Zacarias/Ministerio da Fazenda

Nesta segunda-feira (20), a ex-ministra, Simone Tebet, foi enfática ao negar qualquer possibilidade de compor a chapa de Fernando Haddad (PT) como vice para o Palácio dos Bandeirantes em 2026. Em contato com a coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles, ela garantiu que as chances para tal arranjo são “nenhuma”.

A política sul-mato-grossense assegurou que o tema jamais foi pauta de reuniões com Haddad ou com o presidente Lula. Tebet reforçou que suas pretensões eleitorais estão bem definidas e não passam pelo Executivo paulista.

“Nunca conversamos. Eles sabem que sou candidata ao Senado ou a nada”, declarou.

Apesar da negação, o nome de Tebet circula com força nos bastidores petistas. Conforme apurado pelo veículo, a legenda busca uma figura feminina para fortalecer a candidatura de Haddad e decidiu testar a ex-ministra em levantamentos de opinião na última semana.

Os resultados surpreenderam o comitê de campanha:

  • Liderança absoluta: Entre todos os nomes avaliados para a vice-governadoria, Tebet obteve a melhor performance.

  • Vantagem competitiva: Ela superou figuras do agronegócio, como Teka Vendramini (PDT), e nomes de peso da política nacional e estadual, incluindo os ex-ministros Márcio França (PSB) e Marina Silva (Rede).

  • Frente Ampla: O desempenho da ex-ministra também foi superior ao da deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e ao do ex-parlamentar Marcelo Barbieri (PDT).

O levantamento, de caráter sigiloso e para consumo interno da equipe de Haddad, não teve suas métricas detalhadas reveladas. A movimentação indica que, embora Tebet resista ao convite, o PT a enxerga como o "trunfo ideal" para atrair o eleitorado moderado em São Paulo.

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