
Britney Spears chegou a um acordo com o Tribunal Superior de Los Angeles após ser detida por dirigir sob efeito de álcool e substâncias na Califórnia, no início de março. A decisão foi apresentada pela defesa ao júri nesta segunda-feira (4), quando a artista optou por se declarar culpada de uma acusação mais branda: direção imprudente.
Com o acordo, Britney foi condenada a 12 meses de liberdade condicional. Além disso, deverá participar de um curso voltado à conscientização sobre direção sob influência de drogas e arcar com multas e taxas administrativas. Esse tipo de medida costuma ser aplicado em casos sem histórico anterior, sem acidentes ou vítimas e com níveis considerados baixos de álcool no organismo.
A abordagem policial ocorreu por volta das 21h30 do dia 4 de março, quando agentes da Patrulha Rodoviária da Califórnia interceptaram a artista. Ela foi algemada no local e levada ao departamento do xerife, onde o registro oficial aconteceu durante a madrugada. Britney permaneceu detida até cerca das 6h.
Cerca de um mês após o episódio, a cantora decidiu se internar voluntariamente em uma clínica de reabilitação. Em declaração à revista People, um representante afirmou que a iniciativa faz parte de um processo de apoio e recuperação.
Fontes próximas indicam que o episódio teve forte impacto emocional na artista. Abalada com a repercussão e temendo possíveis consequências legais mais severas, como uma eventual volta à prisão, Britney teria resistido inicialmente à ideia de tratamento. A decisão de buscar ajuda veio após semanas de reflexão e contou com o apoio direto dos filhos, Sean Preston, de 20 anos, e Jayden James, de 19.