
O general, Mario Fernandes, solicitou ao magistrado Alexandre de Moraes, integrante do Supremo Tribunal Federal (STF), a autorização para quitar em 60 parcelas a sanção pecuniária de 64,8 mil reais, aplicada em decorrência de sua participação na trama golpista.
Sentenciado a uma pena de 26 anos e seis meses, Fernandes foi punido por arquitetar uma estratégia que visava as mortes do mandatário Luiz Inácio Lula da Silva, de seu vice, Geraldo Alckmin, e do próprio ministro do STF.
Embora tenha reconhecido a autoria do material incriminador, o militar tentou minimizar a gravidade do conteúdo, definindo-o como um “pensamento digitalizado”.
Apesar de usufruir de um rendimento mensal líquido de 23 mil reais na inatividade, o general fundamentou o pleito alegando a “necessidade de preservar os recursos destinados à manutenção básica de seu núcleo familiar”.