
Conforme revelado pela coluna Fábia Oliveira, do Metrópoles, o caso jurídico envolvendo Renato Aragão ganhou novos desdobramentos. A disputa judicial, centrada em uma dívida de IPTU do ator que ultrapassa os R$ 500 mil, agora ameaça a disponibilidade de uma de suas propriedades mais valiosas, que pode ser judicialmente bloqueada e impedida de ser vendida.
O Poder Executivo do Rio de Janeiro deu o pontapé inicial no processo de cobrança compulsória no final de 2025. Em pauta, está o débito acumulado de R$ 548.283,69 referentes ao IPTU de uma mansão no Recreio dos Bandeirantes, na zona sudoeste da capital fluminense.
A pendência financeira, que se arrasta de 2021 a 2023, recai justamente sobre a residência que o artista colocou à venda pela cifra de R$ 18 milhões.
Logo na primeira semana de janeiro de 2026, a magistrada Katia Cristina Nascente Torres, estipulou um intervalo de cinco dias para que o pagamento fosse quitado, enviando uma carta ao endereço em questão. Contudo, diante da ausência de resolução, o fisco municipal endureceu a estratégia no último dia 28 de abril:
Busca Presencial: Solicitou-se que um agente do tribunal realize a entrega direta da intimação.
Notificação Pública: Na impossibilidade de localização do humorista, a prefeitura requer a citação via edital.
Garantia de Pagamento: Como medida de segurança, o município pleiteia o “arresto” do bem.
Essa manobra de bloqueio visa paralisar qualquer tentativa de alienação do imóvel, assegurando que o patrimônio sirva como lastro para o acerto de contas com o erário público. Com essa movimentação, o Rio de Janeiro tenta blindar o processo contra eventuais dificuldades em encontrar o devedor, garantindo a liquidação da dívida milionária.