Joaquim Lopes, Marina Ruy Barbosa e Carlos Alberto: famosos confessam medo de dentista

O dentista Anderson Bernal fala sobre a Ansiedade Odontológica, que pode impedir pessoas iniciarem ou finalizarem tratamentos importantes

08/05/2026 às 07h29
Por: Ma Brito - Redação
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Foto-Reprodução: Redes Sociais
Foto-Reprodução: Redes Sociais

Você já ouviu alguém dizer que “tem pavor de dentista”? Ou talvez essa pessoa seja você. E antes que a gente caia na velha piada de que “quem tem medo é porque não escova os dentes direito”, vamos direto ao ponto: medo de dentista é real. E é mais comum, e mais sério, do que parece. Esse pânico é chamado de ansiedade odontológica. Alguns famosos já confessaram sentir medo de dentista.

Marina Ruy Barbosa publicou no  Instagram uma foto das pernas nervosas na sala de espera do dentista, antes de retirar um siso. "Tensa antes desse negócio de tirar o siso", escreveu a ruiva, na função Stories. 

Joaquim Lopes já brincou com o fato em seu Instagram. Já Carlos Alberto de Nóbrega disse que seu filho ser dentista aliviou o medo. "Tenho pavor de ir ao dentista. Foi trauma na infãncia, adolescência e vida adulta. Só não é na velhice porque há 18 anos meu dentista é meu filho Maurício".

De acordo com o dentista Anderson Bernal, a ansiedade odontológica é um desconforto real, profundo e muitas vezes invisível, que impede pacientes de iniciarem ou finalizarem tratamentos importantes. "Não se trata de frescura, mas de um conjunto de gatilhos emocionais e sensoriais que causam tensão, insônia, crises de pânico e até paralisia funcional", esclarece.

O dentista listou as causas mais comuns:

* Experiências traumáticas anteriores: tratamentos invasivos, dor mal manejada, falta de acolhimento.
* Medo de dor: muitas vezes alimentado por histórias exageradas (ou mal contadas).
* Sensação de vulnerabilidade: estar deitado, com a boca aberta, sem saber o que está acontecendo.
* Vergonha ou julgamento: medo de críticas pelo estado dos dentes.
* Falta de informação ou previsibilidade do tratamento.

"Agora, imagine tudo isso somado à cultura do “vai assim mesmo” ou “dente só quando dói”. Resultado? Adultos que passaram a vida evitando o consultório e que só aparecem quando a situação se torna insustentável", frisa Anderson.

O Instituto Bernal trata sorrisos, mas, antes disso, trata de gente. E isso significa olhar para cada paciente com um protocolo técnico e humano. Ele listou como dentistas podem ajudar o paciente:

1. Primeiro, a escuta ativa.
Você não começa no mocho. Começa sendo ouvido. A gente quer (e precisa) entender seu histórico, seus traumas, suas dúvidas e seus limites.
2. Ambiente sem cara de consultório.
Música boa, conversa leve, previsibilidade em cada etapa. Porque o medo nasce da incerteza. Então aqui a gente tira o “desconhecido” da equação.
3. Tecnologia a favor da tranquilidade.
Scanner 3D, planejamento digital, tratamentos em sessão única, mínima invasividade. Quando o paciente vê o próprio sorriso sendo projetado em tempo real, o medo dá lugar à confiança.
4. Equipe preparada.
Todos os nossos profissionais foram treinados para lidar com pacientes que têm medo real. Sem julgamento. Sem pressa. Sem fórmulas prontas. Essa é a diferença de ter uma equipe multidisciplinar também.
5. Controle total, do começo ao fim.
Você sabe o que vai acontecer, quanto tempo vai durar e como será feito. Nada de surpresas no meio do caminho.

Albert passou mais de 40 anos tentando tratar os dentes. Entrou e saiu de cadeiras de dentistas, acumulando frustrações, medos e um diagnóstico cada vez mais complicado.
Chegou a quase ter uma paralisia facial por um procedimento mal indicado.
Até que viu uma reportagem sobre reconstrução facial no Instituto Bernal e decidiu, com medo e desconfiança, dar uma última chance.

“O Anderson não me levou direto pra cadeira. Me levou pra conversa. Ligou um rock, perguntou da minha história, e disse: ‘O peso que você tá carregando, joga pra mim (fez sinal apontando para os ombros). Mas você vai ter que confiar e seguir o que eu disser.’”
E ele seguiu.

O dentista diz que com paciência, limites claros, técnica e verdade, o Instituto reconstruiu muito mais que dentes, reconstruíram a autoestima de alguém que não sorria há décadas.

“Faz cinco anos que eu voltei a sorrir. Cinco anos que eu como, durmo e vivo com leveza. E se eu posso dar um testemunho hoje, é o seguinte: esse cara mudou minha vida. E isso não é uma recomendação, é um fato.”

Como superar o medo? O Instituto Bernal não trata só dentes, trata de gente. E isso significa:
* Escutar antes de agir
* Planejar com o paciente, e não para o paciente
* Utilizar o que há de mais avançado em tecnologia 3D e mínima invasividade
* Criar uma jornada previsível, confortável e sem surpresas
* Respeitar o tempo de cada um, sem pressão nem julgamento

"Porque aqui, quem manda no medo… é a confiança. Superar o medo de dentista não é sobre “criar coragem”. É sobre encontrar o ambiente certo. Um ambiente onde a ciência, a tecnologia e a empatia trabalham juntas, com um único foco: devolver a você o que o medo tirou. E a gente faz isso todos os dias", conclui Anderson Bernal.

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