
Em julho, quando marcar o primeiro aniversário do falecimento de Preta Gil, a TV Globo fará uma homenagem à artista por meio de duas obras audiovisuais exclusivas. Integrando o combo temático “Quanto Mais Preta Melhor”, o longa-metragem documental “Preta Gil – Eu Não Ando Só” e a série “Meu Nome é Preta” exaltam a biografia, a existência e a herança cultural deixada pela intérprete. Ambos os lançamentos estão agendados para o dia 20 de julho, sendo que o filme biográfico será exibido na TV aberta pela emissora e a série de quatro capítulos será disponibilizada na plataforma Globoplay. As informações são do Portal LeoDias.
O projeto documental “Preta Gil – Eu Não Ando Só” originou-se de um desejo manifestado pela própria cantora. No início de 2023, logo após a descoberta de um tumor colorretal, a filha de Gilberto Gil optou por documentar sua caminhada hospitalar e pessoal através de vídeos feitos, em grande escala, por celulares, incluindo diversos autorregistros. A obra agrega ainda considerações de parceiros de vida e parentes que vivenciaram de perto essa fase, ajudando a estruturar a narrativa.
Por sua vez, a produção em formato de série “Meu Nome é Preta” propõe uma imersão na linha do tempo da homenageada sob a ótica de figuras centrais em sua caminhada. Estruturado em quatro blocos, o material exibe relatos nunca antes divulgados de entes queridos e companheiros de profissão, desenhando as distintas fases da cantora. O espectador acompanhará desde seu nascimento e seu batismo até o sucesso nos palcos, a experiência materna, seu lado corporativo à frente de negócios e produções, além do vínculo afetivo com os festejos carnavalescos, sua rede de amizades e as bandeiras sociais que patrocinou.
O time de colaboradores que empresta suas memórias para ambos os projetos inclui personalidades como Carolina Dieckmann, Regina Casé, Duh Marinho, Gominho, Ivete Sangalo e Ana Carolina. No núcleo familiar, os depoimentos de Gilberto Gil, Fran Gil, Flora Gil e Bela Gil trazem histórias íntimas e recordações afetuosas da jornada de Preta.
A coordenação criativa do documentário “Preta Gil – Eu Não Ando Só” é assinada por Monica Almeida, contando com a condução de Sandra Kogut, desenvolvimento de texto por Renato Terra, supervisão de Fernanda Neves e realização prática de Elaine Sá.
Já a minissérie “Meu Nome é Preta” traz a assinatura de Mini Kerti na direção, com realização de Carolina Jabor, Renata Brandão e Luísa Barbosa, tratamento de roteiro por Victor Nascimento e colaboração na produção associada de Flora Gil.