
Quer o abdômen da Jade Picon? Calma lá. Antes de cair no chão e fazer abdominal até 2027, o treinador Fábio Aquino tem um recado: _“Só abdominal não vai te dar barriga chapada”
Durante anos, a gente comprou a ideia de que centenas de repetições derretiam a pochete. Puro mito, segundo Fábio. A real função do abdominal é bem menos Instagram e bem mais saúde.
Pra que serve o abdominal, então?
Funciona como um “cinturão natural” do corpo. Fortalece o core — aquela região que junta abdômen, lombar, pelve e músculos profundos do tronco. Tradução: melhora postura, protege a coluna, dá equilíbrio e te deixa menos travada no dia a dia.
“Um abdômen forte reduz dor lombar, melhora estabilidade e a qualidade dos movimentos. É mais saúde que estética”, explica Aquino.
O balde de água fria: abdominal não queima gordura localizada
Essa é a parte que dói. Não existe queima de gordura só na barriga. Quando você emagrece, o corpo decide de onde tira — e é tudo hormonal, genético e metabólico.
Fazer mil abdominais por dia não faz a gordura abdominal sumir. O exercício fortalece o músculo que tá embaixo da gordura. Pra ele aparecer, tem que baixar o percentual de gordura geral. ,detona o mito.
E como baixa? Combo básico: alimentação ajustada, treino de força, aeróbico, sono de qualidade e estresse sob controle. Sem atalho.
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Posso pular o treino de abdômen?
Depende. Agachamento, levantamento, remada e até caminhada pesada já recrutam o core. Pra quem não tem dor lombar nem problema de postura, dá pra maneirar no treino específico.
Mas se você sente a lombar reclamar, tem instabilidade ou quer performance, melhor incluir sim. O ideal é individualizar”diz Fábio.
Todo dia pode?
Não precisa virar penitência. Músculo de abdômen também descansa. De 2 a 4 vezes por semana, bem feito, já resolve.Mais importante que frequência é qualidade e progressão”avisa.
Os 6 erros que todo mundo comete
Barriga da Jade Picon? Treinador Fábio Aquino explica por que fazer 1000 abdominais não seca a barriga
Especialista desmonta mito do “tanquinho instantâneo” e ensina treino que realmente fortalece o core. Spoiler: dieta e sono contam mais que a série
Quer o abdômen da Jade Picon? Calma lá. Antes de cair no chão e fazer abdominal até 2027, o treinador Fábio Aquino tem um recado: “Só abdominal não vai te dar barriga chapada”.
Durante anos, a gente comprou a ideia de que centenas de repetições derretiam a pochete. Puro mito, segundo Fábio. A real função do abdominal é bem menos Instagram e bem mais saúde.
Pra que serve o abdominal, então?
Funciona como um “cinturão natural” do corpo. Fortalece o core — aquela região que junta abdômen, lombar, pelve e músculos profundos do tronco. Tradução: melhora postura, protege a coluna, dá equilíbrio e te deixa menos travada no dia a dia.
“Um abdômen forte reduz dor lombar, melhora estabilidade e a qualidade dos movimentos. É mais saúde que estética”, explica Aquino.
O balde de água fria: abdominal não queima gordura localizada
Essa é a parte que dói. Não existe queima de gordura só na barriga. Quando você emagrece, o corpo decide de onde tira — e é tudo hormonal, genético e metabólico.
“Fazer mil abdominais por dia não faz a gordura abdominal sumir. O exercício fortalece o músculo que tá embaixo da gordura. Pra ele aparecer, tem que baixar o percentual de gordura geral”, detona o mito.
E como baixa? Combo básico: alimentação ajustada, treino de força, aeróbico, sono de qualidade e estresse sob controle. Sem atalho.
Posso pular o treino de abdômen?
Depende. Agachamento, levantamento, remada e até caminhada pesada já recrutam o core. Pra quem não tem dor lombar nem problema de postura, dá pra maneirar no treino específico.
Mas se você sente a lombar reclamar, tem instabilidade ou quer performance, melhor incluir sim. “O ideal é individualizar”, diz Fábio.
Todo dia pode?
Não precisa virar penitência. Músculo de abdômen também descansa. De 2 a 4 vezes por semana, bem feito, já resolve. “Mais importante que frequência é qualidade e progressão”, avisa.
Os 6 erros que todo mundo comete
Fábio listou os deslizes clássicos da academia:
1. Achar que abdominal seca barriga: o campeão de erros;
2. Fazer 200 repetições mal feitas: quantidade não é qualidade;
3. Puxar o pescoço: dá dor cervical e não trabalha o abdômen;
4. Prender a respiração: tira estabilidade do tronco;
5. Treinar só o “gominhos”: esquece oblíquos e transverso;
6. Postura torta: reduz eficácia e gera compensação.
O treino do Fábio pra fortalecer de verdade
Esquece mil repetições. O foco aqui é estabilidade, força e controle. Se liga na sequência:
1. Prancha frontal – 3 séries de 30 a 60 segundos
2. Prancha lateral – 3 séries de 20 a 40 segundos cada lado
3. Dead Bug – 3 séries de 10 a 15 repetições
4. Elevação de pernas – 3 séries de 10 a 15 repetições
5. Abdominal com controle de tronco – 3 séries de 12 a 20 repetições
Essa combinação trabalha o abdômen todo, não só a “barriguinha”.
“Abdominal é fundamental pra saúde, coluna e postura. Mas achar que ele sozinho some com a gordura é mito que a ciência já derrubou. O segredo é o conjunto: comer bem, treinar pesado, dormir e ter hábitos saudáveis”, finaliza Aquino.
Ou seja: quer o tanquinho da Jade? Começa no prato, passa no treino e termina na cama — dormindo bem, tá?
Procure um profissional de educação física pra adaptar o treino às suas necessidades e um nutricionista pra ajustar a alimentação
Fábio listou os deslizes clássicos da academia:
1. Achar que abdominal seca barriga: o campeão de erros;
2. Fazer 200 repetições mal feitas: quantidade não é qualidade;
3. Puxar o pescoço: dá dor cervical e não trabalha o abdômen;
4. Prender a respiração: tira estabilidade do tronco;
5. Treinar só o “gominhos”: esquece oblíquos e transverso;
6. Postura torta: reduz eficácia e gera compensação.
O treino do Fábio pra fortalecer de verdade
Esquece mil repetições. O foco aqui é estabilidade, força e controle. Se liga na sequência:
1. Prancha frontal – 3 séries de 30 a 60 segundos
2. Prancha lateral – 3 séries de 20 a 40 segundos cada lado
3. Dead Bug – 3 séries de 10 a 15 repetições
4. Elevação de pernas – 3 séries de 10 a 15 repetições
5. Abdominal com controle de tronco – 3 séries de 12 a 20 repetições
Essa combinação trabalha o abdômen todo, não só a “barriguinha”.