Delegado Palumbo apresenta projeto contra motoristas embriagados: “Tem que ficar enjaulado”

Parlamentar defende penas mais severas para quem provoca mortes no trânsito após dirigir alcoolizado e também propõe o fim da progressão de regime para crimes graves

29/07/2026 às 14h13 Atualizada em 29/07/2026 às 14h14
Por: Mateus Pereira
Compartilhe:
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

O Deputado Federal por São Paulo Delegado Palumbo voltou a defender mudanças na legislação brasileira para endurecer a punição de motoristas que dirigem sob efeito de álcool e acabam provocando mortes no trânsito. Em vídeo publicado nas redes sociais, o parlamentar usou como exemplo o caso de um gari que morreu após ser atropelado por um motorista embriagado.

Durante o pronunciamento, Palumbo criticou o fato de muitos condutores responderem por homicídio culposo, quando não há intenção de matar, e, segundo ele, deixarem a prisão rapidamente. Para o deputado, quem decide dirigir alcoolizado assume os riscos das próprias atitudes e deve responder com penas mais rigorosas.

"O indivíduo que dirige embriagado tem que ficar enjaulado. Se mata alguém, tem que pegar cadeia pesada. Se está a 200 por hora e mata alguém, cadeia. Se passa no semáforo vermelho e mata alguém, cadeia", afirmou.

 
 
 
 
 
Ver essa foto no Instagram
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Um post compartilhado por Delegado Palumbo (@delegadopalumbo)

O parlamentar explicou que apresentou um projeto de lei para aumentar o rigor das punições nesses casos. Além disso, revelou que também defende o fim da progressão de regime para condenados por crimes graves, especialmente aqueles que atentam contra a vida.

Na avaliação de Palumbo, o atual sistema penal acaba transmitindo uma sensação de impunidade às famílias das vítimas. "Chega de progressão de regime. Cometeu crime grave, crime contra a vida, crime hediondo, chega de liberdade. Tem que ser palumbada neles e jaula nesse bando de canalha que mata pai de família e gente inocente", declarou.

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários