Ex-Rouge Lissa nega ter ódio do grupo e diz sentir orgulho: “Foi uma história linda”

A artista enfatizou jamais ter alimentado rancor ou qualquer mágoa relacionada à sua trajetória no Rouge

30/07/2026 às 11h10
Por: Marcela Mattiolli Colaboração para Felipeh Campos
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Reprodução: @goldenstonefotoevideo
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A cantora Lissa, integrante do grupo Rouge, recorreu aos stories do seu perfil no Instagram na quarta-feira (29) para desconstruir a narrativa de que nutriria ódio pelo grupo musical que a projetou nacionalmente. O posicionamento veio após um seguidor indagar se a suposta “aversão” pela banda já teria sido superada.

Ao rebatê-lo, a artista enfatizou jamais ter alimentado rancor ou qualquer mágoa relacionada à sua trajetória no Rouge. Segundo pontuou, inexistem falas ou atitudes públicas de sua autoria que deem margem para essa percepção sobre o seu vínculo com o quinteto.

“Gente, eu vou responder essa pergunta aqui, não porque acho que essa pessoa merece, mas porque recebo muitas perguntas relacionadas ao Rouge. Então, por vocês, eu vou responder aqui, que é o seguinte: eu não tenho ódio, eu nunca tive nenhum tipo de sentimento ruim como esse pelo Rouge, muito pelo contrário. Eu nunca dei nem motivo para que as pessoas falassem algo desse tipo”, começou a cantora.

A intérprete ressaltou que, no decorrer do tempo, manteve uma postura de consideração e reverência com o legado da banda em aparições públicas, podcasts e entrevistas. Ela destacou ainda o papel fundamental do projeto na formação de sua carreira e vida pessoal.

“E eu honro essa história. Afinal de contas, eu fiz parte dessa história, eu ajudei a escrever essa história, e essa história faz parte da minha história de vida. E eu sempre vou ter muito orgulho, muita gratidão, porque essa foi uma história linda”, declarou. Ao finalizar sua manifestação, a artista reiterou o orgulho pela jornada percorrida e reforçou que guarda com afeto as memórias do grupo.

Historicamente, os bastidores entre as integrantes da formação original foram rodeados por atritos. Aline Wirley chegou a pontuar que, a despeito do elo inquebrável gerado pelo trabalho, a afinidade pessoal nem sempre esteve presente entre todas. Fantine Thó também expôs desentendimentos do passado com Lu Andrade, ao passo que as próprias cantoras admitiram que a rotina profissional do grupo ressuscitava divergências inexistentes no convívio privado. Apesar dos embates, Aline ponderou que a união prevaleceu em momentos delicados, como no acolhimento prestado a Lissa durante o luto pela perda de seu marido, JP Mantovani.

O percurso da banda ganhará formato de série documental pela plataforma HBO Max, reunindo depoimentos de Aline Wirley, Karin Hils, Lu Andrade e Fantine Thó. Embora Lissa tenha sido chamada para a empreitada desde o início, ela ficou de fora do elenco. De acordo com informações veiculadas pelo portal LeoDias junto a fontes ligadas à produção, o cronograma inicial das filmagens coincidiu com a dor recente do falecimento de JP, momento em que a cantora não se sentia em condições psicológicas para encarar o reencontro com as companheiras. Os trabalhos avançaram sem sua presença e, posteriormente, desencontros sobre os rumos do projeto inviabilizaram seu ingresso. Por sua vez, a HBO reiterou ter estendido o convite a todas as cinco integrantes.

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