
Um novo estudo de opinião conduzido pelo instituto Real Time Big Data vai aferir as preferências do eleitorado paulista para a sucessão presidencial em variadas simulações, abrangendo inclusive um embate direto de segundo turno envolvendo o atual mandatário e o senador Flávio Bolsonaro. A sondagem, estruturada para examinar também o grau de aceitação da administração federal, a avaliação do trabalho do chefe do Executivo e a taxa de repulsa aos concorrentes, tem publicação programada para a reta final do mês.
A abordagem inicia-se de forma espontânea, permitindo ao cidadão indicar livremente sua preferência de voto no momento da abordagem. Na fase seguinte, apresenta-se uma cartela induzida contendo treze alternativas de escolha.
O rol abrange os nomes de Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB), Escritor Augusto Cury (Avante), Flávio Bolsonaro (PL), Hertz Dias (PSTU), Lula (PT), Pablo Marçal (PRTB), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD), Rui Costa Pimenta (PCO), Samara (UP), Veterinário Wilson Grassi (Democrata) e Zema (Novo). Somam-se a essas opções os votos nulos ou em branco, além da abstenção por dúvida ou recusa em responder.
O estudo projeta um quadro afunilado de segundo turno entre os dois polos citados. Os participantes indicarão a escolha preferencial diante de uma hipotética decisão concentrada exclusivamente nesses dois competidores.
A aferição medirá, simultaneamente, o índice de recusa aos postulantes apresentados na fase inicial. O objetivo é registrar quais nomes não receberiam o sufrágio do eleitor sob hipótese alguma, mantendo as opções de “poderia votar em todos” e “não sabe ou não respondeu”.
As questões buscam mapear a visão do público quanto à conduta do presidente no comando do país. Um dos quesitos afere de forma direta a aprovação ou rejeição do governo, dividindo as respostas em três caminhos: aprova, desaprova e não sabe.
Sequencialmente, solicita-se a graduação do desempenho presidencial por meio de uma régua conceitual que se estende de ótimo a péssimo, passando pelos níveis bom, regular e ruim.
A amostragem abrange a realização de 2.000 entrevistas com campo agendado para meados de agosto. O trabalho estatístico é de responsabilidade técnica e custeio próprio da própria empresa de pesquisas. O índice de confiabilidade fixado é de 95%, associado a uma variação amostral limite calculada em cerca de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.
A pesquisa encontra-se devidamente anotada no sistema da Justiça Eleitoral, recebendo a identificação protocolar BR-06537/2026.