MC Livinho é processado por acusação de acidente em academia

No dia 12 de agosto, o cantor passou a figurar como réu em um processo cível movido por Ronet dos Santos Silva e Gustavo Henrique Silva

19/08/2026 às 15h31
Por: Marcela Mattiolli Colaboração para Felipeh Campos Fonte: Metrópoles
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Reprodução: Redes Sociais
Reprodução: Redes Sociais

O setor do entretenimento ganha novos desdobramentos nos tribunais. Informações exclusivas da coluna Fábia Oliveira indicam que o funkeiro Livinho enfrenta complicações legais paralelas aos seus ensaios para a atual edição do quadro Dança dos Famosos. No dia 12 de agosto, o cantor passou a figurar como réu em um processo cível movido por Ronet dos Santos Silva e Gustavo Henrique Silva.

Conforme os registros do caso, Gustavo narra que dirigiu um automóvel pertencente a Ronet até uma academia em São Paulo, no dia 9 de junho, deixando-o estacionado. Conforme a versão apresentada, o veículo acabou sendo atingido por uma moto do artista, que deslizou sozinha e teria provocado graves danos materiais na lataria do carro.

A dupla alega que funcionários do local confirmaram que a moto acabou caindo por ter sido estacionada sem estar engatada pelo músico, o que classificaram como “flagrante imprudência”. Os autores do processo acrescentam que, mesmo após a troca de telefones e o compartilhamento das gravações do circuito interno de monitoramento, não houve acordo para o ressarcimento dos prejuízos. A demanda judicial inclui, além do cantor, a unidade da Academia Panobianco Tremembé e a empresa Diamond Publisher, apontada no documento como titular da motocicleta. A ação pleiteia a responsabilização conjunta das três partes para o pagamento de reparações materiais e morais que perfazem o montante de R$ 5,7 mil.

Em resposta aos apontamentos, os advogados do músico divulgaram um esclarecimento oficial. O jurista encarregado da defesa declarou que “a motoneta utilizada pelo artista estava regularmente estacionada nas dependências da academia, em vaga destinada a esse tipo de veículo”. A manifestação conclui afirmando que “não há qualquer elemento que permita atribuir ao artista responsabilidade pelo episódio”.

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