
Alexandre Correa se manifestou em suas plataformas digitais após o Judiciário indeferir sua solicitação de alimentos compensatórios. Em um pronunciamento em vídeo veiculado no Instagram, o empresário, que mantém um litígio permanente com a ex-esposa Ana Hickmann, externou seu descontentamento com o veredito e destacou que foi enquadrado como “indigno”.
Correa explicou que a requisição visava atenuar o abalo financeiro sofrido desde sua saída da gestão das empresas do ex-casal, rompimento ocorrido em novembro de 2023 em meio às acusações de agressão familiar.
No desabafo, o empresário alegou estar privado de retiradas mensais, dividendos corporativos e do acesso ao acervo documental das companhias. Visivelmente abatido, desabafou: “Hoje estou triste, estou machucado, está doendo. Vou lamber minhas feridas, mas amanhã vou acordar e continuar lutando”.
E prosseguiu contestando o posicionamento da Corte: “Recebo com respeito, mas profunda perplexidade, a decisão tomada pelo tribunal em relação aos meus alimentos compensatórios. Que fique claro que esses alimentos nunca foram pleiteados para que eu vivesse às custas da minha ex-esposa, como uma pensão alimentícia ou meio de sobrevivência. E sim, eles foram pleiteados para que diminuísse o desequilíbrio patrimonial que houve na minha vida e ainda está nos dias de hoje, em função de eu não ter acesso à minha empresa desde novembro de 2023. Vamos quase para três anos. Vale a pena ressaltar que, em decisão anterior, esse mesmo tribunal reconheceu a existência desses alimentos compensatórios. E que fique claro, eles nunca foram pagos”, declarou.
Contestações e o enquadramento jurídico
Durante o depoimento, Alexandre voltou a refutar as imputações que pesam contra ele, assegurando que não cometeu violência física contra a Ana nem realizou fraudes de assinaturas em documentos.
Logo na abertura do registro, avisou à sua rede de contatos que trazia atualizações desfavoráveis, reforçando que, apesar do respeito formal às instâncias judiciais, o entendimento causa “profunda perplexidade”. Rebateu a ideia de dependência financeira e explicou a justificativa dada pelos magistrados: “A decisão aplicou, por analogia, o instituto da indignidade. Eu fui chamado de indigno”.
Na descrição do post, o empresário adotou um tom de resiliência frente ao revés processual: “Tem dias que as notícias são ruins mas amanhã será um novo dia e quem tem a verdade se levanta e recomeça. Desistir jamais! Fiquem com Deus”.