
A morte de Liam Payne completa dois anos nesta sexta-feira (16). O cantor britânico, que ganhou fama mundial como integrante do One Direction, tinha 31 anos quando caiu da sacada de um hotel em Buenos Aires, na Argentina, em 16 de outubro de 2024. O caso continua tendo desdobramentos na Justiça argentina.
A investigação apontou que o artista morreu em consequência de múltiplos traumatismos e hemorragias internas e externas. Exames toxicológicos, divulgados posteriormente, identificaram álcool, cocaína e um antidepressivo prescrito em seu organismo. Os resultados periciais também levaram as autoridades a considerar hipóteses sobre as circunstâncias da queda.
Em dezembro de 2024, cinco pessoas chegaram a ser formalmente acusadas em diferentes frentes da investigação. Entre elas estavam três pessoas investigadas por homicídio culposo e dois funcionários suspeitos de fornecer drogas ao cantor.
Em fevereiro de 2025, um tribunal de apelações retirou as acusações de homicídio culposo contra o empresário e amigo de Payne, Rogelio Nores, a gerente do hotel, Gilda Martín, e o chefe da recepção do estabelecimento, Esteban Grassi. A decisão considerou que não havia fundamentos suficientes para responsabilizá-los criminalmente pela morte.
Segundo a atualização publicada pela CNN Brasil nesta sexta-feira (16), dois homens continuam vinculados ao processo: Braian Nahuel Paiz, garçom que conheceu Payne em Buenos Aires, e Ezequiel David Pereyra, ex-funcionário do hotel CasaSur. As acusações relacionadas ao fornecimento de drogas ainda fazem parte do caso, que não teve conclusão definitiva.
A passagem do segundo aniversário reacende a atenção sobre a trajetória do cantor e as circunstâncias de sua morte. Mesmo após dois anos, o desfecho judicial permanece em aberto, enquanto os detalhes da investigação continuam sendo acompanhados por veículos internacionais.