
O postulante ao Palácio do Planalto pela legenda do PL, Flávio Bolsonaro, reiterou na última quinta-feira (15) a meta de fixar em pelo menos oito anos a punição para os envolvidos no roubo e na comercialização ilegal de celulares. Em transmissão ao vivo nas redes sociais, o parlamentar convocou a militância a resgatar a atenção daqueles que se abstiveram no primeiro pleito, realizado em 4 de outubro, classificando a votação vindoura como a oportunidade definitiva para "decretar o fim da era Lula".
"Ladrão de celular vai ficar preso no nosso governo e vai ter que trabalhar", disse Flávio.
A transmissão foi conduzida ao lado do senador eleito Guilherme Derrite (PP-SP) e do deputado federal reeleito Nikolas Ferreira (PL-MG). Flávio reforçou que deposita confiança no trabalho conjunto da dupla no intuito de "declarar guerra a narcoterroristas a partir de janeiro do ano que vem".
"E eu vou contar muito com profissionais capacitados, experimentados, como está o Derrite aqui, e com o Nikolas, com o preparo dele na Câmara Federal, para aprimorar ainda mais a legislação, para deixar ela mais dura ainda. Porque marginal vai se... vai sofrer no nosso governo", afirmou.
O senador teceu reprovações às iniciativas recentes chanceladas pela administração petista, sem explicitar os projetos nominalmente. Vale pontuar que, ao longo dos últimos dias, o Senado validou a PEC sobre a extinção da jornada 6x1, além do anúncio governamental de facilidades para a liquidação de débitos e ampliação de limites para MEIs. Outro ponto na pauta legislativa recente envolveu a PEC da Segurança Pública. Além de reprovar as medidas do Governo Lula 3, o candidato reacendeu a proposta de endurecimento penal para atos ilícitos ligados a celulares.