Jovem leva bebê reborn “com gripe” para UPA e unidade nega atendimento; qual seria sua reação?

Confusão aconteceu após acompanhante levar bebê reborn à UPA e pedir atendimento médico; entenda

28/10/2025 às 15h46
Por: Mateus Pereira Fonte: RD News e Metrópoles
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Fotos: Reprodução
Fotos: Reprodução

Uma situação inusitada chamou atenção na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Ipase, em Várzea Grande, Mato Grosso. Durante o atendimento médico de uma paciente, a acompanhante - filha da paciente - levou um bebê reborn e pediu que a médica pediatra avaliasse a “criança”, alegando sintomas gripais.

Ao perceber que se tratava de uma boneca, a médica explicou que não seria possível realizar o atendimento, pois não havia registro civil nem cartão do SUS. A jovem, insatisfeita, deixou a unidade visivelmente contrariada.

Em nota, a Superintendência das UPAs de Várzea Grande reforçou que os atendimentos devem ser destinados a pacientes que realmente necessitam de cuidados médicos, evitando prejuízos à assistência prestada à população.

O episódio ocorreu poucos dias depois da polêmica em Cuiabá envolvendo projeto de lei do vereador Rafael Ranalli (PL), que pretendia proibir o atendimento médico-hospitalar a bonecas tipo “bebê reborn”. O texto recebeu parecer contrário da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR).

Na votação do parecer da CCJ, a primeira-secretária da Câmara de Cuiabá, Katiuscia Mantelli (PSB), teve um ataque de riso, situação que repercutiu nacionalmente. Embora o projeto tenha sido inicialmente rejeitado, a votação foi anulada e a matéria deve voltar à pauta nos próximos dias.

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