
A empresária, Virginia Fonseca, abordou o tema pela primeira vez a respeito do relacionamento do ex-companheiro, Zé Felipe, com a artista Ana Castela. Em uma entrevista exclusiva ao colunista do Metrópoles, concedida durante o ensaio de escola de samba da Grande Rio na noite desta terça-feira (12), a personalidade revelou que se sente tranquila e satisfeita com o novo momento do genitor de suas herdeiras.
“Eu fico muito feliz em saber que a Ana [Castela] está tratando bem os meus filhos, que os meus filhos gostam dela. A Maria Alice e a Maria Flor já gostavam dela antes dela estar com o Zé. Das músicas e tudo mais. Sempre coloquei elas para ouvir Ana Castela. Colocava as músicas quando iam para a aula de hipismo, por exemplo”, compartilhou Virginia.
A apresentadora ressaltou que, na condição de mãe, possui uma observação cautelosa sobre a nova configuração familiar, mas se sente grata pela maneira como a cantora interage com as meninas. “Fico muito feliz e muito grata por ela [Ana Castela] estar cuidando bem dos meus filhos. Cuidando assim, né… Não está cuidando, mas está com eles lá, né? Tem um carinho. A mãe tem essa preocupação. O Zé estando bem e feliz é maravilhoso porque ele poderá dar o máximo para os filhos. E ela tratando bem os meus filhos está tudo bem e perfeito.”
Virginia também fez considerações sobre sua fase amorosa atual com o jogador de futebol Vini Jr. O casal oficializou o namoro recentemente, e ela assegurou estar vivenciando um período leve e alegre. “Está uma fase muito boa. É uma fase que eu estou curtindo bastante, a gente está indo. Estamos deixando a vida levar e está sendo bastante divertido. Foi tudo incrível com a minha família em Madri, o Vini é maravilhoso e as crianças o amaram. Foi uma experiência maravilhosa e fiquei muito feliz.”
Interrogada sobre como administra os comentários e boatos que circundam seu nome, a influenciadora declarou que sua crença religiosa é o que a mantém firme. “Não é fácil estar o tempo todo em fofocas. Mas é o que eu sempre falo: eu entrego a minha vida nas mãos de Deus e ele me dá força. Dizem: ‘Ah, ela faz terapia’. Eu nem faço terapia, a minha terapia é Deus — orar, colocar o joelho no chão, pedir força, e é ele que me guia.”