
Em entrevista ao portal LeoDias na quinta-feira (13), na Delegacia do Leblon, Dado Dolabella abriu o jogo sobre as polêmicas envolvendo seu nome após registrar ocorrência contra a ex-namorada Marcela Tomaszewski. O ator afirmou ter sido mordido, cuspido e arranhado pela influenciadora digital, além de relatar que também acabou agredido pela ex-sogra, que teria lhe acertado uma vassourada durante a briga.
Dado se defendeu da acusação de que teria segurado Marcela pelo pescoço e descreveu a cena como uma tentativa de conter a ex, que, segundo ele, estava completamente descontrolada:
Eu afastei uma pessoa que estava unhando, mordendo, cuspindo e gritando. Peguei minhas coisas e fui embora. Foi isso. Só que foram dois dias… No dia da discussão do sal, quando houve o tapa na cara, e ela me agrediu, a mãe dela e a própria Marcela pediram para eu ficar na casa. Eu fiquei dois dias depois que a mãe dela surtou.
Sobre a versão de que teria pressionado Marcela e a mãe para alterarem depoimentos, o ator rebateu com irritação. Segundo ele, todas as provas foram entregues à polícia:
Cara, a Marcela fala demais, né? A gente trouxe todas as evidências. Eu não aguento mais ver essa história no feed. Vim à delegacia trazer as verdades. Em breve isso vai calar a boca de muita gente que está aí na bancada de vocês.
O ator também voltou a falar sobre o processo envolvendo a ex-namorada Luana Piovani. Dado afirmou que, na época, não tinha maturidade e tampouco a defesa jurídica que possui hoje. Ele disse que a única condenação obtida contra ele foi anulada por suposta motivação política ligada à então presidente Dilma Rousseff.
Segundo o ator, seu advogado anulou a decisão após uma suposta declaração de Luana afirmando ter recebido ajuda da presidente:
Ela entrou em contato com a Dilma, que era presidente na época, e a presidente fez uma medida para que a ministra desarquivasse o processo e me desse uma condenação política [...] única condenação que tive foi anulada. Não existe nenhuma condenação. O que existe é uma condenação social, porque, na mídia, parece que a voz da mulher tem muito mais força do que a do homem.
Ao ser questionado sobre a narrativa pública de que seria agressor recorrente, Dado rebateu dizendo que apenas “duas mulheres” fizeram acusações contra ele:
Geralmente, quando há uma falsa acusação contra alguém e a pessoa recebe um rótulo, é como se fosse, sabe, o calcanhar de Aquiles. É uma fraqueza que se criou em cima de mim. E é isso que acontece. Eu queria pedir desculpas à minha mãe, à minha filha, vocês não merecem passar por isso e também aos meus filhos e a toda a minha família. Posso garantir a vocês que a verdade vai vir à tona.