
Motivado pelo recente incidente de importunação ocorrido no Big Brother Brasil 26, o deputado federal Bruno Lima (Progressistas-SP) protocolou, nessa última terça-feira (20), uma proposta legislativa para instituir diretrizes de combate a abusos em produções televisivas e eventos. O Projeto de Lei (PL) busca formalizar uma rede de proteção contra agressões sexuais nesses ambientes.
O parlamentar utilizou suas plataformas para detalhar a iniciativa:
“Diante do que vimos no BBB 26, elaborei um Projeto de Lei para prevenir e combater a violência s3xual em programas de TV e eventos”, começou o parlamentar.
Lima enfatizou que a proposta não foca apenas na punição, mas no suporte integral à mulher e na integridade do processo investigativo:
“O PL garante prevenção, canal de denúncia, acolhimento às vítimas, preservação de provas e punições. Respeito é regra. Violência não será tolerada!!!”, completou.
A iniciativa ocorre após a desistência de Pedro Henrique Espíndola, de 22 anos. O ex-competidor admitiu, na noite de domingo (18), ter ultrapassado os limites do consentimento com a participante Jordana. O vendedor ambulante, cujo comportamento gerou revolta nas redes sociais, tentou justificar sua conduta antes de ser retirado do confinamento:
“Eu tava, faz dias já, querendo me segurar pra não olhar os outros, cobiçando os outros. As meninas, a Jordana principalmente, que é muito parecida com a minha esposa. Hoje eu acabei caindo nisso, olhei pra ela, cobiçei ela, desejei ela, e achei que ela tinha dado moral também, tinha sido recíproco, mas quando eu vi era só coisa da minha cabeça”, confessou.
Mesmo comprometido com Rayne Luiza — que aguarda o nascimento de Aurora, a primeira filha do casal — Pedro forçou uma aproximação física indesejada, tentando selar um beijo sem permissão. Ele encerrou sua admissão reconhecendo o erro de interpretação:
“Eu tentei beijar ela, entendi errado, não era isso que ela queria”, completou.