Entenda porque defesa do ex-BBB Pedro avalia processar Solange Couto

Entre os pontos centrais está a denúncia pública feita pela atriz Solange Couto, que imputou ao ex-participante — retirado do jogo por importunação sexual — o furto de cigarros que estavam guardados sob sua posse

23/01/2026 às 11h11
Por: Marcela Mattiolli Colaboração para Felipeh Campos
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Pedro e Solange Couto - Reprodução: Globo
Pedro e Solange Couto - Reprodução: Globo

A equipe de advogados de Pedro Henrique Espíndola, recém-eliminado da 26ª edição do Big Brother Brasil, sinalizou que pretende acionar o Judiciário para responder a fatos ocorridos durante o confinamento. Entre os pontos centrais está a denúncia pública feita pela atriz Solange Couto, que imputou ao ex-participante — retirado do jogo por importunação sexual — o furto de cigarros que estavam guardados sob sua posse.

A situação foi narrada por Solange durante a convivência na casa. A artista explicou que a equipe do programa depositou um envelope fechado e nominal na despensa, sem que ela tivesse sido notificada previamente. Posteriormente, Pedro teria surgido com o material já violado, restando apenas duas unidades do produto.

“Avisei que meu cigarro tinha acabado. A produção não me avisou e colocou na despensa um pacote lacrado escrito Solange Couto. Eu não fui avisada. Ontem, no fim da tarde, ele chegou para mim com meu envelope rasgado, só com dois cigarros dentro, e me entregou”, afirmou a atriz.

Ao ser questionado sobre a abertura do objeto, Solange relatou que o ex-brother justificou a ação: “Eu, para ver o que tinha dentro”. Em tom de repreensão, a atriz rebateu no ato: “Eu respondi: ‘Não se abre nada que tenha o nome de uma pessoa e que esteja lacrado. Isso é crime'”, completou.

Contraponto da Defesa

Em declarações ao portal Metrópoles, os representantes de Pedro Henrique foram contundentes ao rechaçar a natureza ilícita do episódio e sinalizaram uma possível ação judicial contra a intérprete.

Os advogados argumentam que o ocorrido não passa de um mal-entendido inerente ao formato do reality: “Não houve furto. O que existiu foi uma situação criada dentro da dinâmica do programa, sem qualquer intenção criminosa. Transformar isso em acusação penal é desproporcional e injusto”, disseram os advogados.

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