
A Polícia Civil do Paraná já deu início à caça pelo responsável pela morte brutal do cão Abacate, em Toledo (PR). O delegado Alexandre Macorin, à frente do caso, trouxe detalhes pesados sobre o crime que revoltou a web nesta terça-feira (27/1).
Focada na solução rápida, a PCPR mobilizou o setor especializado em maus-tratos. Em uma fala firme, o delegado destacou que a investigação está a todo vapor: “Um tiro transfixou, atingindo os rins do animal e isso veio causar a morte. Nesse exato momento, nós estamos com os investigadores ouvindo uma pessoa que pode trazer luz para as investigações”, declarou Macorin.
A morte de Abacate gerou uma onda de protestos digitais, lembrando a covardia cometida contra o cão Orelha, em Florianópolis. Ciente da pressão popular, Macorin reforçou o compromisso da polícia com o desfecho do caso: “Isso não acontece tão rapidamente assim, mas queremos tranquilizar a população que esse caso está sendo investigado, é um caso grave e ele não ficará impune.”
Abacate era a mascote do bairro Tocantins e recebia o carinho de diversos moradores. O Instituto de Proteção Animal de Toledo confirmou que o cão passou por cirurgias, mas a lesão causada pelo tiro foi irreversível.
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