
O comunicador Paulo Figueiredo, ligado ao senador e postulante ao Planalto Flávio Bolsonaro (PL), protocolou uma petição junto ao governo norte-americano na quarta-feira (1º), pedindo a sanção dos ministros do STF, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, sob a égide da Lei Magnitsky.
Conforme apurado pela CNN, a estratégia de Figueiredo propõe que tais restrições individuais funcionem como uma alternativa ao "tarifaço" sobre os itens brasileiros. O empresário está com presença confirmada na audiência pública do USTR, marcada para a próxima segunda-feira (6), em Washington, onde discutirá a possível sobretaxação. Até o momento, os gabinetes dos magistrados citados não se pronunciaram sobre a solicitação, mantendo-se o espaço reservado para eventuais manifestações.
Simultaneamente, Flávio Bolsonaro formalizou seu próprio posicionamento aos EUA, argumentando que a manutenção da pressão tarifária serviria como uma "vitória política" para a gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O senador sugere que a administração de Donald Trump desista das alíquotas e inicie, sem demora, tratativas bilaterais nos setores sob disputa.
A análise do parlamentar sustenta que “as tarifas propostas proporcionariam ao atual governo brasileiro exatamente a vitória política que ele vem arquitetando, ao mesmo tempo em que puniriam a economia americana e os próprios brasileiros que buscam uma relação mutuamente benéfica com os Estados Unidos”.