MC Daniel processa Lorena Maria e pede indenização de R$ 30 mil

Cantor acusa a ex-companheira de ofensas, ameaça e difamação após publicações nas redes sociais; ação foi redistribuída para a Justiça do RJ

16/07/2026 às 12h15
Por: Mateus Pereira Fonte: Metrópoles
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Foto: redes sociais
Foto: redes sociais

MC Daniel acionou a Justiça contra Lorena Maria, sua ex-companheira e mãe de seu filho. Segundo informações divulgadas pela jornalista Fábia Oliveira, do portal Metrópoles, o cantor apresentou uma queixa-crime em abril deste ano, acusando a influenciadora de ataques públicos que teriam atingido sua honra e prejudicado sua carreira.

De acordo com os documentos obtidos pela colunista, o funkeiro afirma que Lorena utilizou as redes sociais para fazer ofensas pessoais e o expor publicamente. Na ação, Daniel cita que teria sido chamado de "capeta", "satanás" e "encarnado".

O cantor também sustenta que a ex-companheira adotou uma postura considerada agressiva, alegando que ela teria afirmado que ele a "respeitaria na dor" e que "enfiaria a mão" em seu rosto.

Ainda conforme a queixa-crime, MC Daniel afirma que Lorena o perseguiu e passou a retratá-lo publicamente como um homem abusivo. O artista também a acusa de insinuar que ele e integrantes de sua família teriam praticado atos de racismo contra ela.

Na ação, Daniel alega que as publicações provocaram prejuízos profissionais, incluindo o rompimento de contratos comerciais, perda expressiva de seguidores nas redes sociais e desgaste de sua imagem perante contratantes. Segundo o cantor, seus familiares também passaram a ser alvo de ataques após a repercussão das declarações.

Com base nesses fatos, o artista atribui à influenciadora os crimes de difamação, injúria e ameaça. Ele também pede que, em caso de eventual condenação, a pena seja agravada pelo fato de as supostas ofensas terem sido divulgadas pela internet, além de solicitar indenização por danos morais no valor de R$ 30 mil.

O processo foi inicialmente distribuído ao Tribunal de Justiça de São Paulo. Após manifestação do Ministério Público paulista apontando a incompetência do foro, a ação foi redistribuída para o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro na última terça-feira (14).

Neste momento, a queixa-crime segue em fase inicial. Caberá ao Judiciário decidir se a ação será ou não recebida para prosseguimento.

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