Esposa de Stenio Garcia dispara acusações às enteadas: “Injustiça, falta de ética e moral”

Em uma gravação publicada na internet, Mari, que possui graduação em Direito, utilizou sua formação jurídica para fundamentar suas críticas

17/07/2026 às 10h12
Por: Marcela Mattiolli Colaboração para Felipeh Campos
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Reprodução: Redes Sociais
Reprodução: Redes Sociais

Mari Saade, esposa do renomado ator, Stênio Garcia, manifestou-se novamente acerca da disputa jurídica que envolve o artista e suas filhas. Atualmente com 94 anos, o intérprete mantém uma batalha com Cássia e Gaya Piovesan pela posse e usufruto de um apartamento situado em Ipanema, bairro nobre da zona sul carioca, em ação instaurada no final de 2025.

Em uma gravação publicada na internet, Mari, que possui graduação em Direito, utilizou sua formação jurídica para fundamentar suas críticas. “Estou vivendo e vendo dentro da minha própria casa uma injustiça, uma falta de ética, uma falta de moral, uma crueldade com um idoso de 94 anos. Esse homem de bem, que tanto alegrou a casa e o coração de tantas pessoas, está tendo o direito dele de usufruto usurpado pelas filhas e pela ex-esposa”, declarou.

Saade enfatizou a necessidade de garantir a proteção legal do parceiro: “É um extremo absurdo uma pessoa ter que entrar na Justiça para ter que retomar o seu direito de usufruto provado pela certidão de ônus reais. O que está acontecendo com o Stênio acontece com outros milhares de idosos no nosso país. Ficar calada é um ato de omissão. Não posso assistir calada, mais uma tentativa das rés tirarem o direito de Justiça gratuita de um idoso que vive somente de sua aposentadoria”.

Adicionalmente, ela refutou a ideia de que a estabilidade de sua própria família pudesse ser utilizada para desqualificar as dificuldades econômicas do ator: “Não vou deixar que os bens e patrimônio da minha família sejam usados no processo para mais uma tentativa de calar o Stênio. Como temos união estável de separação total de bens, nosso dinheiro nunca se comunicou e nunca irá se comunicar”.

O histórico da controvérsia

O caso foi deflagrado em junho de 2025. Embora o apartamento, avaliado em aproximadamente R$ 2 milhões, tenha sido passado para o nome das filhas ainda na década de 80, o ator resguardou para si o usufruto vitalício, assegurando o direito de residir ou lucrar com o bem até o fim sua morte. Por outro lado, Cássia e Gaya sustentam que o imóvel é ocupado por sua mãe, Clarice Piovesan, há cerca de três anos.

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