Lula defende soberania contra EUA e ignora tarifaço chinês de 67%

Em vez de buscar o diálogo diplomático, o Executivo preferiu focar em ataques a Donald Trump e em atribuir o encarecimento a opositores internos, rotulando-os como “traidores da pátria, mas nada diz sobre a China”

20/07/2026 às 12h28
Por: Marcela Mattiolli Colaboração para Felipeh Campos Fonte: Diário do Poder
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Reprodução: Ricardo Stuckert/PR
Reprodução: Ricardo Stuckert/PR

A administração encabeçada por Luiz Inácio Lula da Silva teria atuado de forma deliberada em favor da imposição de uma sobretaxa de 25% pelos Estados Unidos, um movimento interpretado como estratégico para fins eleitorais, ao passo que optou por ocultar da população nacional o imposto de 67% aplicado pela China sobre as exportações de carne bovina do Brasil. As informações são do Diário do Poder.

Para a análise, a omissão federal não se restringe à postura frente ao protecionismo norte-americano, configurando um problema sistêmico. Adotar um viés populista contra os EUA enquanto se silencia perante as barreiras comerciais chinesas, que prejudicam diretamente o agronegócio, a base da economia, evidencia motivação ideológica em detrimento da real proteção da soberania nacional.

Em vez de buscar o diálogo diplomático, o Executivo preferiu focar em ataques a Donald Trump e em atribuir o encarecimento a opositores internos, rotulando-os como “traidores da pátria, mas nada diz sobre a China”. Enquanto os americanos elevaram as taxas em um quarto, os asiáticos impuseram um tarifaço severo ao principal produto de pauta exportadora direcionado àquele mercado.

A nação oriental aplica à proteína bovina uma cota anual reduzida, esgotada logo em junho, somada a uma taxação extra de 55%, acumulando 67%. Tratado como um verdadeiro “tiete da ditadura chinesa, Lula se calou”, conforme aponta a coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Em ambos os cenários, o país arca com os custos estruturais de sua dependência excessiva de commodities, somada à atuação de uma gestão vista como negligente, populista e voltada a interesses eleitoreiros.

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