
O caso envolvendo a prisão da influenciadora, Deolane Bezerra, ultrapassou os limites dos tribunais e ganhou as ruas de São Paulo. Inconformados com a manutenção da detenção, admiradores organizaram uma manifestação na emblemática Avenida Paulista, transformando o cartão-postal da cidade em um palco para reivindicar a sua liberdade.
No epicentro dessa mobilização, um vídeo de um fã rapidamente repercutiu nas redes sociais ao mostrar o sentimento de indignação que ecoa entre os seguidores da famosa. Em uma entrevista, Miguel trouxe as dúvidas e as teorias que permeiam a base de apoio de Deolane, questionando uma suposta seletividade do sistema de justiça e levantando hipóteses sobre perseguição social e política.
"A gente sabe, a gente acompanha as noticias e vê todos os dias influenciadores, cantores e diversas pessoas serem investigadas e responderem em liberdade. Ficar preso uma semana, duas e é solto. Então por que só a Deolane? Será porque ela tem um público muito grande? Será porque ela é uma influenciadora de grande porte? Ou será porque ela saiu da periferia e saiu da pobreza? Isso também tem que ser investigado, porque acredito que isso é uma cortina de fumaça para as eleições. Acredito que ela teria um público grande a favor do presidente Lula e não é isso que o sistema quer hoje".
O discurso ilustra de forma clara como o caso transcende a esfera puramente criminal aos olhos de parte do público. Para esses manifestantes, a prisão de Deolane deixou de ser apenas um inquérito policial para se tornar um debate acalorado que mistura as raízes periféricas da advogada, o poder de influência nas redes sociais e o tenso cenário político do país.
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