
Luana Piovani gerou forte repercussão ao disparar duras críticas contra Virginia Fonseca devido à promoção de jogos virtuais, na quarta-feira (22). Através de suas redes sociais, a veterana reprovou a conduta da jovem e clamou pela sua prisão em decorrência da panfletagem digital voltada às plataformas de azar.
Piovani republicou a informação de que a Corte do Distrito Federal vetou a associação de campanhas de cassinos online com mídias rotineiras da empresária sob a suspeita de "indução ao erro", exigindo que a criadora de conteúdo delete as publicidades no prazo de 48 horas.
Além de repercutir o caso, a atriz celebrou o veredito e exigiu a prisão da rival. "Quero ver essa cramunhana na cadeiaaaaa!! Tá faltando poucooooo", publicou a atriz na postagem.
A ex-apresentadora também lançou duras palavras contra a rival. "A maldição vai colar em você, resvalará em seus filhos, dinheiro de sangue, endemoniado", escreveu ela, associando o faturamento da influenciadora ao mercado de apostas.
A influenciadora digital passou a integrar o polo passivo de uma nova ação civil movida pelo Ministério Público do Distrito Federal, que aciona tanto a celebridade quanto a casa de apostas Blaze por "práticas abusivas" na publicidade de palpites durante a Copa do Mundo 2026. O Tribunal examinará os autos.
De acordo com dados veiculados pelo portal g1, o processo aponta indícios de "práticas abusivas, retenção sistemática de valores e imposição de metas de apostas aparentemente inatingíveis". Uma postagem específica da empresária entrou na mira da acusação, realizada no Mundial de 2026, período em que ela propagandeou um suposto palpite na vitória da seleção de Cabo Verde sobre a Argentina sem sinalizar o caráter publicitário.
O MPDF exige o pagamento de R$ 120 milhões por danos morais coletivos, a exclusão imediata dos materiais da famosa, bem como a anulação de eventuais acordos contratuais da parceira comercial que condicionem pagamentos ao prejuízo do apostador, prevendo multas em caso de desobediência. A instituição pontua que a medida decorre de investigações baseadas em queixas de internautas e usuários das bets.
Como desdobramento, o órgão fiscalizador destaca a recepção de um laudo técnico com mais de 42 mil queixas contra a empresa digital, além de denúncias sobre retenção de capital, bloqueios injustificados de perfis e respostas padronizadas da companhia perante os questionamentos dos clientes.
Confira:

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