Preta Gil ganha dois documentários distintos por racha entre família e amigos; entenda

Conforme apurado pelo portal LeoDias, o impasse ocorreu na fase de estruturação dos conteúdos

27/07/2026 às 10h30
Por: Marcela Mattiolli Colaboração para Felipeh Campos Fonte: Portal Leo Dias
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Reprodução: Redes Sociais
Reprodução: Redes Sociais

A passagem de um ano do falecimento de Preta Gil foi assinalada na última segunda-feira (20) com o lançamento do projeto especial “Quanto Mais Preta, Melhor”, composto por dois projetos audiovisuais. Embora ambas as obras foquem na trajetória da artista, as produções surgiram a partir de um desentendimento entre o círculo familiar e o grupo de amigos da cantora, levando cada lado a trilhar caminhos paralelos para eternizar sua memória.

Conforme apurado pelo portal LeoDias, o impasse ocorreu na fase de estruturação dos conteúdos. Flora Gil, madrasta da intérprete, assumiu a liderança da série familiar “Meu Nome é Preta”, restringindo os depoimentos prioritariamente aos parentes. A exibição começou no dia 20 e terá episódios semanais lançados até 8 de agosto, data em que a artista completaria aniversário. Em contrapartida, o círculo de amizades responsabilizou-se pelo longa “Preta: Eu Não Ando Só”, disponibilizado pelo Globoplay, um projeto que, segundo apurado, refletia um desejo expresso pela própria cantora em vida. Esse grupo reuniu personalidades presentes em seu cotidiano, adotando uma abordagem independente da tomada pelos familiares.

Os bastidores desse desencontro ganharam evidência justamente na data que marcou o primeiro ano sem a cantora. Ao publicar uma mensagem em suas redes na segunda-feira citando pessoas que apoiaram Preta durante a vida, Flora Gil chamou a atenção dos seguidores pela omissão do nome de Malu Barbosa. A ausência do registro intensificou os rumores sobre a distância entre os dois lados.

Vale destacar que Malu figurava entre as companheiras mais próximas da artista, acompanhando-a de perto ao longo dos três anos de tratamento de saúde. Nos bastidores, esse desencontro de visões entre parentes e amigos é apontado como a razão central para que o legado de Preta Gil tenha gerado duas narrativas autônomas, construídas a partir de laços e perspectivas distintas de quem viveu ao seu lado.

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