
O craque dos gramados teve seu nome associado a uma recente apuração conduzida pela Polícia Civil de São Paulo acerca de um esquema voltado à receptação de alianças e outras joias de ouro roubadas no estado. O desdobramento faz parte da segunda etapa da Operação Ouro Reverso, deflagrada na última segunda-feira (24). As informações são do Metrópoles.
O atleta entrou no radar das autoridades em virtude de um valioso colar avaliada em R$ 2 milhões, recebida como agrado do criador de conteúdo digital, Buzeira (representado na imagem acima). A ostentação e a procedência do acessório despertaram o interesse dos investigadores, motivando a formalização da averiguação.
Apesar da citação, é importante ressaltar que o jogador não figura como investigado no inquérito, tendo seu nome registrado nos autos unicamente pelo fato de ter sido o destinatário da peça.
Conforme dados veiculados pelo portal Metrópoles, a quadrilha desarticulada operava de maneira ramificada, abrangendo desde o roubo dos bens e a receptação até a comercialização e o refino do ouro.
As diligências policiais tiveram início no ano anterior com a captura de Rony Gonçalves, apontado como um dos operadores centrais na negociação dos metais preciosos de origem ilícita. A investigação aponta que ele integrava a rede comandada por Suedna Barbosa Carneiro, apelidada de “Mainha do Ouro”.
O avanço atual da força-tarefa tem como propósito principal a coleta de novos elementos probatórios e a identificação de demais participantes do grupo criminoso.