
Diante dos últimos acontecimentos envolvendo a caçula da advogada, Deolane Bezerra, os advogados responsáveis por sua custódia legal revelaram ao Portal LeoDias que articulam uma nova investida junto às instâncias superiores em busca de sua libertação. Esse direcionamento ganha força após a garota enfrentar uma complicação de saúde nos últimos dias, o que demandou assistência médica imediata e mobilizou os parentes.
De início, ao ser interrogada sobre o eventual ingresso de medidas emergenciais em razão do quadro de saúde da criança, a representação da influenciadora ponderou que estava “analisando a situação” e enfatizou que “no momento a prioridade é atender a menina”.
Contudo, nesse último sábado (24), em nova consulta feita pelo veículo sobre os desdobramentos operacionais, o corpo jurídico chancelou o plano de ação: “Sim, como disse, vamos agravar das duas decisões do STJ e seguir na luta pela liberdade com todos os recursos e HCs necessários”.
É importante salientar que a defesa da influenciadora já sustentava o pedido de soltura amparados pelo dispositivo legal que concede prerrogativas contratuais e prisionais a mães de crianças menores. Após os recentes indeferimentos proferidos no Superior Tribunal de Justiça, a banca aposta na interposição de agravos regimentais para contestar os posicionamentos daquela corte, somados ao ajuizamento de novas ordens de habeas corpus com o intuito de cassar a prisão cautelar.
Valentina Bezerra deu entrada em uma unidade de saúde na última quarta-feira (21) ao sofrer uma crise de pânico. Conforme informações prestadas por parentes e uma amiga da família, a criança ficou profundamente fragilizada ao tomar conhecimento de que o Poder Judiciário havia negado mais uma solicitação de soltura submetida pelos defensores da mãe.
O episódio ganhou visibilidade quando Dayanne Bezerra, irmã da investigada, publicou um registro fotográfico da sobrinha leito de um hospital. Segundo os familiares, Valentina precisou ficar sob cuidados e acompanhamento médico contínuo.
Deolane encontra-se presa preventivamente desde o mês de maio, no âmbito de apurações sobre supostos esquemas de ocultação de bens e associação criminosa. A assessoria jurídica refuta a permanência da medida restritiva e assegura que ingressará com todos os remédios constitucionais cabíveis. O pleito para reavaliar sua condição de custódia possui uma nova sessão programada para 27 de outubro no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.