Horas antes de ser presa, Deolane Bezerra ostentou bolsa Hermès de R$ 380 mil nas redes sociais

Influenciadora voltou ao Brasil recentemente e acabou presa em nova operação que investiga lavagem de dinheiro ligada ao crime organizado

21/05/2026 às 20h41 Atualizada em 21/05/2026 às 20h41
Por: Rahabe Gabriela
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Horas antes de ser presa, Deolane Bezerra ostentou bolsa Hermès de R$ 380 mil nas redes sociais / Reprodução Instagram
Horas antes de ser presa, Deolane Bezerra ostentou bolsa Hermès de R$ 380 mil nas redes sociais / Reprodução Instagram

Deolane Bezerra foi presa novamente nesta quinta-feira (21) durante uma operação que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro associado ao crime organizado. A influenciadora, viúva de MC Kevin, acabou detida poucas horas depois de fazer publicações nas redes sociais que agora repercutem entre os internautas.

Antes da operação policial, Deolane Bezerra havia compartilhado registros da chegada ao Brasil após uma viagem à Itália. Na última publicação feita antes da prisão, a influenciadora apareceu ostentando uma bolsa de luxo da marca Hermès avaliada em cerca de R$ 380 mil.

Ela também mostrou parte do closet da mansão, incluindo uma coleção de tênis e acessórios de alto padrão. As imagens rapidamente repercutiram nas redes sociais após a notícia da prisão ganhar destaque nacional.

Influenciadora falou sobre “quem deseja o mal”

Em vídeos publicados nos stories, Deolane comentou o hábito de avisar sobre viagens apenas após chegar ao destino. Segundo ela, prefere manter discrição por acreditar que algumas pessoas desejam coisas negativas.

“(Perguntam) ‘Ah, mulher, por que tu não avisa que tá vindo?’. Gosto não, não gosto de avisar. Povo deseja o mal, que o avião caia. Tô fora. Só aviso quando chego. Quem também só fala depois que dá certo?”, declarou.

Investigação cita movimentações financeiras suspeitas

Segundo as investigações, duas contas bancárias ligadas à advogada teriam recebido depósitos oriundos de uma transportadora de cargas localizada em Presidente Venceslau, no interior de São Paulo. Conforme apontam as autoridades, a empresa seria utilizada para dificultar o rastreamento financeiro dos recursos investigados.

O nome de Deolane Bezerra já havia aparecido anteriormente em outras operações policiais. Em uma das investigações, a influenciadora chegou a integrar a Difusão Vermelha da Interpol enquanto estava fora do Brasil.

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