
Uma sondagem estatística realizada pelo Instituto Futura/Apex, trazida a público nesta sexta-feira (22), aponta que uma fatia de 47,4% dos cidadãos com direito a voto “não votariam de jeito nenhum” no atual mandatário Lula (PT), considerando a disputa pela permanência na chefia do Executivo no pleito que ocorrerá em outubro.
Em contrapartida, um grupo de 41% dos entrevistados assegura que escolheria o petista “com certeza” nas urnas, enquanto aqueles que “poderiam votar” no representante governista contabilizam 8,5% das respostas.
Recusa categórica ao atual presidente: 47,4%
Apoio convicto ao petista: 41,0%
Chance aberta de escolha: 8,5%
Indecisos ou silenciaram: 1,9%
Desconhecem a figura pública: 1,1%
Os dados mais recentes do monitoramento indicam, além disso, uma situação de equilíbrio milimétrico entre Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) no que diz respeito ao veto da população. O chefe do Planalto amarga 44,3% de aversão popular, colado no parlamentar fluminense, que registra 44,7% de oposição.
Ao analisar o restante da lista de postulantes, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) desponta com 33,1% de afastamento do público. Na sequência, aparecem Cabo Daciolo, retido em 15,6%; o governador mineiro Romeu Zema, marcando 14,3%; o gestor goiano Ronaldo Caiado, com 13,6%; o ativista Renan Santos, somando 11,5%; o político Aldo Rebelo, atingindo 11,2%; e o escritor Augusto Cury, que fecha com 10,7%.
Uma parcela de 3,6% dos ouvidos demonstrou repulsa generalizada a todos os nomes do xadrez político, ao passo que 3,2% preferiram não opinar ou não souberam responder. Já os indivíduos que declararam não possuir restrições a nenhum dos concorrentes representam 1,7% da amostra.
O centro de pesquisas Futura/Apex coletou depoimentos de 2.000 pessoas espalhadas por 878 municipalidades do país ao longo do período de 15 a 20 de maio, valendo-se do sistema de contato telefônico. O limite de variação dos resultados é de 2,2 pontos percentuais, operando com um teto de segurança estatística estipulado em 95%.
O trabalho de campo e a tabulação foram custeados com verbas institucionais da própria entidade realizadora, encontrando-se devidamente chancelados perante o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob a identificação oficial BR-06529/2026.