
Um levantamento estatístico elaborado pelo instituto Gerp e publicado nesta quarta-feira (26) evidencia a liderança do senador Flávio Bolsonaro (PL) em um provável segundo turno frente ao atual chefe do Executivo, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O parlamentar alcança 47% das preferências do eleitorado, ao passo que o petista detém 42%. Do total, 8% relataram a intenção de anular o voto em “nenhum” dos concorrentes, e 3% preferiram não opinar.
A pesquisa de opinião entrevistou 2.400 cidadãos em âmbito nacional entre os dias 21 e 25 de agosto de 2026, operando com margem de erro estimada em dois pontos percentuais para mais ou para menos, sob grau de confiabilidade de 95%. A sondagem encontra-se devidamente cadastrada na autoridade eleitoral sob o código BR-03547/2026, com aporte financeiro de R$ 20.000 custeado pela Associação das Emissoras de Rádio e Televisão do Estado de São Paulo.
Na etapa inaugural da disputa pelo Palácio do Planalto, a fotografia do pleito demonstra o seguinte panorama de intenção de voto:
Flávio Bolsonaro (PL): 38%
Lula (PT): 37%
Pablo Marçal (PRTB): 4%
Renan Santos (Missão): 3%
Ronaldo Caiado (PSD): 3%
Augusto Cury (Avante): 1%
Romeu Zema (Novo): 1%
Rui Costa Pimenta (PCO): 0%
Wilson Grassi (Democrata): 0%
Clariana Barão (Democracia Cristã): 0%
Samara Martins (UP): 0%
Edmilson Costa (PCB): 0%
Indecisos / Não sabem: 8%

Indagados acerca dos nomes em quem votariam “de jeito nenhum”, os participantes apontaram as seguintes taxas de rejeição:
Lula (PT): 49%
Flávio Bolsonaro (PL): 40%
Pablo Marçal (PRTB): 11%
Ronaldo Caiado (PSD): 10%
Romeu Zema (Novo): 10%
Renan Santos (Missão): 8%
Rui Costa Pimenta (PCO): 8%
Samara Martins (UP): 8%
Edmilson Costa (PCB): 8%
Hertz Dias (PSTU): 7%
Clariana Barão (Democracia Cristã): 7%
Wilson Grassi (Democrata): 7%
Augusto Cury (Avante): 7%
Não sabem: 4%
Rejeitam todos: 3%
Sem restrições (poderiam escolher qualquer um): 2%
O estudo demoscópico também aferiu o grau de aceitação popular em relação à gestão governamental vigente. Do total de consultados, 51% manifestaram desaprovação ao modelo administrativo, ao passo que 43% expressaram respaldo, com 6% de abstenções nas respostas.